A sobrevivência da cultural

Sem cultura, não há crescimento de um povo, e sem investimento, não há como se divulgar a cultura. Dentro destes princípios se vê claramente a necessidade de se apoiar iniciativas culturas.

Não e a toa que os países mais desenvolvidos aplicam grande parcela de seu PIB (Produto Interno Bruto), em iniciativas culturais. Em alguns países da Europa se conseguir uma verba para viabilizar uma produção literária, por exemplo, é mais fácil do que escrever o próprio livro, acha visto que nos referidos países, existe uma política do governo que incentiva o aparecimento no mercado, de novos escritores, e em contrapartida, existe uma iniciativa também do governo, que incentiva na população, o despertar da leitura.

No Brasil, existe uma política quase semelhante, mas infelizmente fica apenas nas mãos de poucas pessoas.

E sem o apoio do governo, o jeito é apelar para iniciativas isoladas de autores ou ativistas culturais que utilizando recursos próprios sobrevivem tentando cumprir a nobre missão de levar cultura, conhecimento e diversão a população, e junto a isso, tentar fazer uma modificação gradual na maneira de pensar e agir. Tarefa árdua e difícil, mas gratificante.

Oxalá que este pensamento se multiplique e todos assumam a árdua tarefa de propagar a cultura.

 

Celso Ricardo de Almeida

celsoricardo.almeida@oi.com.br

Marta Aguiar

Eu, Marta Rodrigues de Aguiar nasci em: 27/08/1958, sou funcionária pública, fui a primeira presidente do Conselho de Turismo, sou escritora e acadêmica da (ACLA), Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu-MG, Possuo cursos de Organização de Eventos, Secretariado Executivo, Informática, Designer Gráfico, (CorelDraw e PhotoShop), Cursando mais uma vez Designer Gráfico na Prepara com mais duas especializações. (CorewDraw, PhotoShop, PageMaker e InDesigner). Sou Repórter e Fotógrafo, trabalhei com Devair Guimarães no Jornal das Montanhas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *