Os 10 mandamento do eleitor honesto e inteligente

“A política é uma das mais altas expressões da caridade cristã”. O exercício da cidadania deve levar o eleitor à consciência de que o sujeito da autoridade política é o povo considerado na sua totalidade como detentor do poder e da soberania.

Seus representantes tem o compromisso e a obrigação de um governo limpo, ético e transparente. Um representante público que não honra a cadeira que ocupa deve ser julgado e cassado e por isso não deve contar com a confiança dos eleitores.

Antes de votar é preciso estudar o perfil do candidato, seus trabalhos antecedentes, sua honestidade a toda prova, seus serviços prestados com transparência administrativa e financeira e sua competência para o cargo.

O eleito deve estar a serviço do povo e não de si mesmo ou do seu partido ou de um grupo e também não pode deixar-se dominar pelo poder econômico. Como todos sabem, a corrupção e a decorrente impunidade constituem grandes ameaças ao sistema democrático.

Que os políticos sejam pessoas dotadas de virtudes sociais, com competência, retidão, transparência e espírito de servir, sendo os primeiros responsáveis pela ordem justa na sociedade. A superação da corrupção exige pessoas e partidos com perfil íntegro para o exercícios do mandato público.

O eleitor consciente e responsável deve observar esses 10 mandamentos:

1º Tomar consciência da importância da política e do valor do seu voto.

“Voto não tem preço, tem conseqüência”.

2º Verifique se o candidato ama o povo, ao qual ele deve servir.

Em primeiro lugar, deve-se olhar o projeto político do partido, se visa o bem do povo, de modo bem concreto; pois um político deve ser um servidor, um empregado do povo, que respeita o projeto político do seu partido.

3º Examinar se o candidato assume verdadeiramente o compromisso social.

Só se deve votar em um político comprometido com o povo, não apenas com seu discurso na campanha eleitoral, mas, sobretudo, com suas atitudes, demonstrada por seu passado limpo, honesto e envolvido com as causas populares. Suas propostas políticas e sociais devem ser concretas, com possibilidade de ser executadas e totalmente voltada para o povo.

4º Observar se o político respeita seus adversários.

O político que, em seus comícios, só sabem atacar e desrespeitar a imagem dos colegas de outro partido não merece o nosso voto. Política verdadeira não se faz na base do ataque pessoal e sim a partir de propostas e programas concretos. É preciso acabar com a politicagem dos ataques pessoais, que tratam os adversários como se fossem inimigos.

5º Não considerar nenhum político como representante da Igreja

A Igreja não tem partido. O compromisso da Igreja é com a vida, a dignidade humana, a justiça o bem comum e com a ética na política.

6º Não votar em candidatos, cujos projetos atentam contra a família ou contra a vida humana.

Por isso é indispensável a relação do candidato com a defesa da dignidade e a promoção da pessoa humana e da vida, em todas as manifestações, desde a sua concepção até o fim natural com a morte. Aqui se deve lembrar, sobretudo, com a legalização do aborto e da eutanásia.

7º Exigir e fiscalizar aqueles que foram eleitos quanto a sua absoluta transparência administrativa.

O eleitor devem acompanhar o desempenho daqueles que foram eleitos, pois, o voto é uma espécie de procuração para que o eleito aja em nome daquele que o elegeram.

8º Colocar em prática a Lei nº 9.840 de 1999 que altera o Código Eleitoral contra a corrupção eleitoral.

Eleitor consciente não vende e nem troca seu voto. É preciso quebrar o círculo vicioso de candidatos que corrompe eleitores, e eleitores que corrompem candidatos. Quem compra voto, compra a consciência do eleitor. Quem compra e vende voto está se degradando em sua dignidade.

9º Levar em conta a Lei da Ficha Limpa, já em vigor.

Não se trata de uma Lei para alterar a Lei 9.840/99, que já existe, mas sim de incluir novos critérios de inelegibilidade, baseados na vida pregressa dos candidatos.

10º Não anular se voto e nem votar em branco.

Se fizer isto, você poderá beneficiar um candidato que não merece seu voto.

Dom Emanuel Messias de Oliveira, Bispo de Caratinga

Dom Geraldo Lyrio Rocha, Arcebispo de Mariana

Dom Odilon Guimarães, Bispo de Itabira-Cel Fabriciano

Dom Wagner Siebenbrock, Bispo de Governador Valadares

 

 

Marta Aguiar

Eu, Marta Rodrigues de Aguiar nasci em: 27/08/1958, sou funcionária pública, fui a primeira presidente do Conselho de Turismo, sou escritora e acadêmica da (ACLA), Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu-MG, Possuo cursos de Organização de Eventos, Secretariado Executivo, Informática, Designer Gráfico, (CorelDraw e PhotoShop), Cursando mais uma vez Designer Gráfico na Prepara com mais duas especializações. (CorewDraw, PhotoShop, PageMaker e InDesigner). Sou Repórter e Fotógrafo, trabalhei com Devair Guimarães no Jornal das Montanhas.

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