quinta-feira, maio 16, 2024
Histórias de Manhuaçu

Linha férrea que fez parte da história de Manhuaçu

 

Estados de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo

E. F. Leopoldina – Linha de Manhuaçu
E. F. Leopoldina – Ramal de Muriaé
E. F. Leopoldina – Ramal de Paraoquena
E. F. Leopoldina – Linha de Carangola
E. F. Leopoldina – Ramal do Poço Fundo
E. F. Leopoldina – Ramal Sul do Espírito Santo
E. F. Leopoldina – Ramal de Castelo

HISTÓRICO DAS LINHAS:LINHA DE MANHUAÇU: A linha que ligava a estação de Recreio a Santa Luzia (Carangola) teve a sua concessão e construção a cargo da Companhia Alto Muriaé, estabelecida em 1880. Em 2/5/1883, a empresa foi incorporada pela E. F. Leopoldina. Uma alteração de traçado da linha original para Muriaé levou a Leopoldina a passar por uma pequena extensão dentro de território fluminense, onde estava Santo Antonio (Porciúncula), retornando para Minas, seguindo para Carangola, onde chegou em 1887. De 1911 a 1915, a Leopoldina prosseguiu a linha até Manhuaçu, seu ponto final. O trecho Manhuaçu-Carangola foi fechado em 23/07/1975. Porciúncula-Carangola foi fechado em 1977, e em 1979, fechou-se a linha entre Cisneiros e Porciúncula. O pequeno trecho Recreio-Cisneiros nunca foi oficialmente suprimido. mapa do ramal em 1961

LINHA DE CARANGOLA: A Companhia Estrada de Ferro do Carangola foi constituída em 20 de março de 1875. Tinha a concessão para diversas linhas nas Províncias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Entre essas, o que viria a ser mais tarde a linha de Carangola, incorporado pela Cia. Leopoldina em 1890, foi aberto entre as estações de Murundu e de Santo Antonio do Carangola (Porciúncula) entre os anos de 1878 e 1886. A Linha de Carangola foi extinta pela Refesa em 31/12/1973 no trecho entre Porciúncula e Itaperuna, e em 1/11/1977 no trecho restante. mapa do ramal em 1961

RAMAL DE PARAOQUENA: O ramal de Paraoquena foi aberto entre os anos de 1883 e 1891. Era na verdade uma ligação entre a linha de Manhuaçu, em Cisneiros, e a linha de Campos e Miracema, em Paraoquena. Nestas duas últimas linhas, os trens de passageiros circulavam independentemente, e para se fazer a curta distância entre as duas linhas (uma hora de trem), havia que se baldear nas duas estações. Somente no final dos anos 60 é que se pôde tomar trens diretos de Recreio para Campos, eliminando-se as duas baldeações. Este pequeno trecho, antigo ramal, nunca foi suprimido, tendo pouquíssimo movimento de cargueiros, mas ajudando a ligar a região de Cataguazes, em Minas Gerais, a Campos, no Estado do Rio. mapa do ramal em 1961

RAMAL DE MURIAÉ: O ramal de Muriaé foi entregue entre os anos de 1885 e 1886, com apenas duas estações, para ligar a linha de Manhuaçu à cidade de São Paulo de Muriaé (Muriaé), conforme planos originais da E. F. Alto do Muriaé, comprada pouco antes pela Leopoldina. O ramal foi extinto em 31/05/1966. mapa do ramal em 1961

RAMAL DO POÇO FUNDO: O ramal do Poço Fundo foi aberto em 1908 para facilitar a ligação da estação de Patrocínio do Muriaé, na linha de Manhuaçu, em Minas, e de Poço Fundo (Cândido Froes), na linha de Carangola, no Estado do Rio. Foi fechado pela Refesa em 11/04/1974. mapa do ramal em 1961

RAMAL SUL DO ESPÍRITO SANTO: O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado, e para Rive, do outro, bifurcando na estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26/10/1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05/11/1971. mapa do ramal em 1961

RAMAL DE CASTELO: Esse trecho fazia parte da E. F. Caravelas, que deveria constituir toda a linha entre Castelo e Marataízes, no litoral, passando por Cachoeiro do Itapemirim. O trecho entre esta última e Castelo foi aberto em 1887, e parte dele (a partir de Coutinho) foi transformado no ramal de Castelo. O restante até Marataízes foi aberto apenas anos mais tarde. O ramal foi erradicado em 6/12/1963, tanto para caragas quanto para passageiros. mapa do ramal em 1961

Estados de Minas Gerais, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo

E. F. Leopoldina – Linha de Manhuaçu
E. F. Leopoldina – Ramal de Muriaé
E. F. Leopoldina – Ramal de Paraoquena
E. F. Leopoldina – Linha de Carangola
E. F. Leopoldina – Ramal do Poço Fundo
E. F. Leopoldina – Ramal Sul do Espírito Santo
E. F. Leopoldina – Ramal de Castelo

HISTÓRICO DAS LINHAS:

LINHA DE MANHUAÇU: A linha que ligava a estação de Recreio a Santa Luzia (Carangola) teve a sua concessão e construção a cargo da Companhia Alto Muriaé, estabelecida em 1880. Em 2/5/1883, a empresa foi incorporada pela E. F. Leopoldina. Uma alteração de traçado da linha original para Muriaé levou a Leopoldina a passar por uma pequena extensão dentro de território fluminense, onde estava Santo Antonio (Porciúncula), retornando para Minas, seguindo para Carangola, onde chegou em 1887. De 1911 a 1915, a Leopoldina prosseguiu a linha até Manhuaçu, seu ponto final. O trecho Manhuaçu-Carangola foi fechado em 23/07/1975. Porciúncula-Carangola foi fechado em 1977, e em 1979, fechou-se a linha entre Cisneiros e Porciúncula. O pequeno trecho Recreio-Cisneiros nunca foi oficialmente suprimido. mapa do ramal em 1961

LINHA DE CARANGOLA: A Companhia Estrada de Ferro do Carangola foi constituída em 20 de março de 1875. Tinha a concessão para diversas linhas nas Províncias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Entre essas, o que viria a ser mais tarde a linha de Carangola, incorporado pela Cia. Leopoldina em 1890, foi aberto entre as estações de Murundu e de Santo Antonio do Carangola (Porciúncula) entre os anos de 1878 e 1886. A Linha de Carangola foi extinta pela Refesa em 31/12/1973 no trecho entre Porciúncula e Itaperuna, e em 1/11/1977 no trecho restante. mapa do ramal em 1961

RAMAL DE PARAOQUENA: O ramal de Paraoquena foi aberto entre os anos de 1883 e 1891. Era na verdade uma ligação entre a linha de Manhuaçu, em Cisneiros, e a linha de Campos e Miracema, em Paraoquena. Nestas duas últimas linhas, os trens de passageiros circulavam independentemente, e para se fazer a curta distância entre as duas linhas (uma hora de trem), havia que se baldear nas duas estações. Somente no final dos anos 60 é que se pôde tomar trens diretos de Recreio para Campos, eliminando-se as duas baldeações. Este pequeno trecho, antigo ramal, nunca foi suprimido, tendo pouquíssimo movimento de cargueiros, mas ajudando a ligar a região de Cataguazes, em Minas Gerais, a Campos, no Estado do Rio. mapa do ramal em 1961

RAMAL DE MURIAÉ: O ramal de Muriaé foi entregue entre os anos de 1885 e 1886, com apenas duas estações, para ligar a linha de Manhuaçu à cidade de São Paulo de Muriaé (Muriaé), conforme planos originais da E. F. Alto do Muriaé, comprada pouco antes pela Leopoldina. O ramal foi extinto em 31/05/1966. mapa do ramal em 1961

RAMAL DO POÇO FUNDO: O ramal do Poço Fundo foi aberto em 1908 para facilitar a ligação da estação de Patrocínio do Muriaé, na linha de Manhuaçu, em Minas, e de Poço Fundo (Cândido Froes), na linha de Carangola, no Estado do Rio. Foi fechado pela Refesa em 11/04/1974. mapa do ramal em 1961

RAMAL SUL DO ESPÍRITO SANTO: O Ramal Sul do Espírito Santo, assim denominado pela Leopoldina teve sua origem na E. F. Sul do Espírito Santo, que tinha uma linha construída na região de Vitória e pertencia ao Governo do Estado do Espírito Santo, e na E. F. Caravelas, ambas adquiridas pela Leopoldina em 1908. A Caravelas partia de Vitória para Castelo, de um lado, e para Rive, do outro, bifurcando na estação de Matosinhos (Coutinho). Estes trechos estavam prontos desde 1887. Para chegar a Minas Gerais, na linha do Manhuaçu, como rezava o contrato, a Leopoldina levou cinco anos, abrindo o trecho Rive-Alegre em 1912 e até Espera Feliz, ponto final, em 1913. No final dos anos 60, o trecho Cachoeiro-Guaçuí foi suspenso para passageiros e finalmente erradicado em 26/10/1972. O outro trecho, Espera Feliz-Guaçuí, transportou passageiros até a sua erradicação, em 05/11/1971. mapa do ramal em 1961

RAMAL DE CASTELO: Esse trecho fazia parte da E. F. Caravelas, que deveria constituir toda a linha entre Castelo e Marataízes, no litoral, passando por Cachoeiro do Itapemirim. O trecho entre esta última e Castelo foi aberto em 1887, e parte dele (a partir de Coutinho) foi transformado no ramal de Castelo. O restante até Marataízes foi aberto apenas anos mais tarde. O ramal foi erradicado em 6/12/1963, tanto para caragas quanto para passageiros. mapa do ramal em 1961

Próximo a Manhuaçu, um dos últimos comboios de passageiros da Leopoldina. Foto enviada
por Cristoffer R.

Ralph Mennucci Giesbrecht.

Marta Aguiar

Eu, Marta Rodrigues de Aguiar nasci em: 27/08/1958, sou funcionária pública, fui a primeira presidente do Conselho de Turismo, sou escritora e acadêmica da (ACLA), Academia de Ciências Letras e Artes de Manhuaçu-MG, Possuo cursos de Organização de Eventos, Secretariado Executivo, Informática, Designer Gráfico, (CorelDraw e PhotoShop), Cursando mais uma vez Designer Gráfico na Prepara com mais duas especializações. (CorewDraw, PhotoShop, PageMaker e InDesigner). Sou Repórter e Fotógrafo, trabalhei com Devair Guimarães no Jornal das Montanhas.